segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

"Chicha", "Popó", "Papa" e outras coisas que tal!

Olá meus caros! Hoje venho contar-vos uma situação engraçada (pelo menos para mim vá) relativamente ao tema "Chicha, popó, papa e outras coisas que tal!"
Ora que, durante a infância, pais, avós, tios, padrinhos, amigos e outros que tal tendem em falar para as crianças a partir de diminutivos ou então a aplicar uma tendência de "mimalhar" as palavras, diga-se de passagem.
Vejamos então a seguinte situação VERÍDICA: 

Intervenientes: Amigos
Local: Casa de um amigo.
Situação: Convite para jantar.

Durante um jantar de amigos, pais e filhos conviviam e conversavam alegremente. 
Eis que uma das amigas, a anfitriã, questiona o filho (criança ainda) de outra amiga:
- Então Gonçalo (nome fictício, uaaaauu!)? Queres "chicha" (ou seja carne)?
O miúdo, entusiasmado, abana a cabeça rapidamente para cima e para baixo afirmando que SIM!
Os pais riem-se da situação. Mas mantêm-se em silêncio. (Shiiiiuuuu)
A amiga, prontamente, corta em pedacinhos a carne e deita no prato do miúdo. 
Ora que, o miúdo responde:
- "Eu não queo cane, queo chicha!" E arrasta o prato.
 Pois é. 

Perante esta situação, devemos ou não estimular corretamente o desenvolvimento da fala das crianças? 
Existe uma idade certa para deixar de se utilizar estes termos? Aos 2 anos? Aos 3 anos? Aos 5 anos? Qual a vossa opinião?
A meu ver, não é correto ridicularizar ou infantilizar as palavras a partir de uma certa idade, por volta exatamente dos 2/3 anos idade em que as crianças começam a falar e a construir frases.
É importante sim, utilizar uma linguagem simples e efetivamente os termos corretos. 
Agora se é um drama se o fazem? Ou algum familiar vosso o faz?
Óbvio que não! Calma! Tudo com peso e medida!


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